A Associação BRAZIL Planet propõe-se a desenvolver e intensificar as relações econômicas, o comércio exterior, o fluxo de investimento e cultura entre Brasil, Itália e qualquer outro país da União Europeia.

Veneza mostra “50 Anos Depois de Brasília”

Em exibição, na Bienal de Arquitetura as obras da geração de arquitetos nascidos depois da fundação da capital brasileira, a qual este ano celebra seu cinquentenário

Entre os países representados na 12ª Mostra de Arquitetura da Bienal de Veneza (de 29 de agosto a 21 de novembro de 2010), não poderia faltar o Brasil, ao qual é dedicada à exposição “50 Anos Depois de Brasília”, com curadoria de Ricardo Ohtake e elaborada no Pavilhão aos Jardins (Padiglione ai Giardini). A protagonista é a cidade de Brasília, considerada a expressão máxima da arquitetura moderna brasileira, que comemora este ano o seu 50º aniversário. Projeto foi proposto pela Fundação Bienal de São Paulo, em parceria com o Ministério da Cultura e Ministério das Relações Exteriores. Para a exposição, foi selecionado um grupo de arquitetos nascidos com e após a fundação da cidade, maioria influenciados pela proposta urbanística desenvolvida por Lúcio Costa e realizada por Oscar Niemeyer.

Em Brasília, existem todos os princípios modernistas, a utopia de uma sociedade justa e igualitária, bem como a esperança do país que se expande para Oeste, da Costa do Atlântico para a Região Amazônica, ao Norte e ao Cerrado Central.

Certas obras para a nova capital foram feitas sem seguir o projeto original. O plano piloto de Lúcio Costa, no entanto, permanece quase intacto, assim como a maior parte das construções do Eixo Monumental, onde encontram-se os palácios-sede da República, projetados por Oscar Niemeyer.

Meio século após a inauguração de Brasília, o Brasil confia assim sua "imagem" em um grupo diversificado de arquitetos, com idade entre 30 e 50 anos, capazes de representar as diferentes gerações e características da arquitetura brasileira: obras que seguem, na verdade, diferentes caminhos, mas sempre dentro da tradição arquitetônica do Brasil.

Além de obras mais marcantes de Niemeyer e duas grandes maquetes de Brasília, treze projetos compõem o pavilhão Brasil na Bienal de Veneza. Entre os arquitetos selecionados, Mario Biselli e Artur Katchborian, que trabalham com uma arquitetura de grande porte e um diálogo harmonioso com a indústria, tanto em termos de materiais e técnicas, que de processos. Angelo Bucci, por sua vez, desenvolve estruturas maciças de paredes e colunas de concreto, verdadeiras esculturas com acabamentos artesanal. Daniel Corsi e Dani Hirano, os mais jovens da representação brasileira na Bienal, cujos projetos, todos originários de concursos, incorporam a vasta paisagem circunstante. Marcos Boldarini dedica-se às obras voltadas para as favelas, enfatizando a vida social dos trabalhadores. Gustavo Penna apresenta o recente projeto que comemora o centenário da imigração japonesa no Brasil.

stampa Bookmark and Share

BRAZILPlanet
Associação para a promoção
das relações Itália-Brasil

Rua Joaquim Floriano, 871 – 11°andar
04534-013 | São Paulo | Brasil

info@brazilplanet.com.br

BRAZILPlanet
Associazione per la promozione
delle relazioni Italia-Brasile

Via Ugo Foscolo, 4 – 5° piano
20121 – Milano | Italia

Tel. +39 02 3657.1756
Fax +39 02 7200.0223

info@brazilplanet.it

Copyright © 2009 Todos os direitos reservados BRAZILPlanet Edições Ltda | Rua Gomes de Carvalho, 1069 | São Paulo | 04547-004 | info@brazilplanetedicoes.com.br

Powered by Kalì